Fortalecimento do autocuidado representa economia concreta para os sistemas de saúde
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O autocuidado tem ganhado relevância crescente nas agendas de saúde pública, especialmente diante do envelhecimento populacional, da alta carga de doenças crônicas e da necessidade de sustentabilidade dos sistemas público e privado de saúde.
Mais do que um conjunto de práticas individuais, o autocuidado se consolida como uma estratégia coletiva que promove a autonomia do cidadão, contribui para o bem-estar social e gera impactos econômicos significativos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), autocuidado é a capacidade de indivíduos, famílias e comunidades cuidarem da própria saúde, prevenirem doenças, manterem o bem-estar e lidarem com enfermidades, com ou sem o apoio de profissionais. Essa definição abrange uma ampla gama de ações: desde a higiene e alimentação até a prática de atividades físicas, o uso racional de medicamentos, o cuidado com a saúde mental e o monitoramento de sinais e sintomas.
Fonte: Jota | Cibele
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